O Curso Prático de Violão e Guitarra para Iniciantes foi criado especialmente para quem está dando os primeiros passos na música. Você irá aprender a tocar de modo rápido e divertido com um método inovador, sem teorias cansativas, elaborado por músicos experientes e indicado para quem está iniciando.
Você não precisa ter nenhum conhecimento musical para aprender com as lições que são explicadas passo a passo em 7 livros digitais, com aulas práticas, ritmos, técnicas, dicas, músicas e avaliações. E para turbinar seu aprendizado você vai ganhar 6 bônus de conteúdo exclusivo.
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A diferença entre um músico que evolui rapidamente e outro que fica estagnado não está no tempo de prática, mas na qualidade da prática. Praticar de modo inteligente significa substituir a repetição mecânica e sem propósito por uma abordagem estratégica, focada e consciente.
Aqui está um guia para transformar sua rotina de estudos:
1.Tenha um Objetivo Claro
Antes de pegar o instrumento, pergunte-se: O que quero conquistar hoje?
- Exemplo Ruim: "Vou praticar um pouco."
- Exemplo Inteligente: "Hoje vou dominar a transição entre os acordes sem parar o ritmo" ou "Vou conseguir tocar os primeiros 15 segundos do solo X na velocidade correta."
2. Use o "Método do Pedaço"
O cérebro aprende melhor em porções pequenas e gerenciáveis. Em vez de tentar uma música inteira de uma vez:
1. Isole o problema. Identifique a passagem mais difícil: são 2 compassos? Um lick de 4 notas?
2. Reduza a velocidade. Toque muito devagar, em um andamento onde você consegue fazer tudo perfeitamente.
3. Repita com precisão. Execute-a 5 a 7 vezes sem erro. A repetição correta cria memória muscular.
3. O Metrônomo é seu Melhor Amigo
Ele ensina disciplina rítmica, paciência e progressão honesta. Comece num andamento onde você controla tudo (ex: 60 BPM). Domine o exercício. Suba para 65 BPM. Domine novamente. Este processo lento é o caminho mais rápido para a velocidade.
4. Divida sua Sessão em "Blocos Temáticos
Uma sessão de 1 hora é muito mais produtiva quando dividida. Exemplo:
Você não precisa do instrumento nas mãos para evoluir. A visualização é uma ferramenta poderosa:
- Ouça uma música que está estudando e imagine com detalhes seus dedos executando os movimentos.
- Estudar teoria, cifras ou a estrutura de uma música longe do violão ou da guitarra também é prática. Quando você pegar o instrumento, já saberá o caminho.
Praticar de modo inteligente é um treino para a mente tanto quanto para os dedos. Faça uso dessas estratégias e você sentirá uma diferença notável no seu progresso em poucas semanas. Clique no botão abaixo para descobrir o segredo para acelerar o seu aprendizado de violão e guitarra com apenas 15 minutos de prática diária.
Modos gregos são sete escalas musicais derivadas da escala maior natural, cada uma com uma sonoridade única, criada a partir de diferentes pontos de partida (tônicas) dentro da mesma sequência de notas (tons e semitons). Em poucas palavras, os modos não são escalas diferentes, mas “versões” da escala maior, cada uma começando em uma nota diferente da escala original. É como pegar as mesmas 7 notas e mudar o ponto de partida, criando uma sensação emocional totalmente nova. Para que servem? Eles são ferramentas poderosas para improvisar sobre acordes específicos e compor músicas.
Os Sete Modos:
São construídos a partir dos graus da escala maior (Dó Maior, por exemplo), usando as mesmas notas, mas começando em cada grau:
Jônico: Escala Maior (Dó-Ré-Mi-Fá-Sol-Lá-Si-Dó). É o mais comum e brilhante.
Dórico: Começa no Ré (Ré-Mi-Fá-Sol-Lá-Si-Dó-Ré). Um modo menor com um toque mais "brilhante" ou "melancólico".
Frígio: Começa no Mi (Mi-Fá-Sol-Lá-Si-Dó-Ré-Mi). Um modo menor com um caráter "espanhol" ou "flamenco".
Lídio: Começa no Fá (Fá-Sol-Lá-Si-Dó-Ré-Mi-Fá). Um modo maior "brilhante", com uma quarta aumentada.
Mixolídio: Começa no Sol (Sol-Lá-Si-Dó-Ré-Mi-Fá-Sol). Um modo maior com uma sétima menor, muito usado no blues e rock.
Eólio: Começa no Lá (Lá-Si-Dó-Ré-Mi-Fá-Sol-Lá). É a escala menor natural.
Lócrio: Começa no Si (Si-Dó-Ré-Mi-Fá-Sol-Lá-Si). O mais instável, com quinta diminuta, raramente usado na prática.
Um exemplo prático:
Pegue a escala de Dó Maior: C D E F G A B.
- Se começar e focar em C, é o modo Jônio (a escala maior tradicional, alegre).
- Se começar e focar em D, é o modo Dórico (um som menor porém menos triste).
- Se começar em E, é o modo Frígio (menor e com ar exótico/misterioso).
E assim por diante, até o 7º modo.
Resumindo:
Os modos não são escalas novas para decorar do zero. São visões diferentes da mesma escala, criadas ao destacar uma nova nota como centro.
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Perceber que consegue "tirar" uma música só de ouvir é motivo de grande satisfação para qualquer músico. Para facilitar, siga os 5 passos abaixo:
Passo 1: Escolha a Música e O Ambiente
- Comece com músicas simples, de estrutura conhecida (pop, rock básico, folk).
- Use fones de ouvido para isolar os instrumentos.
- Escolha um momento sem distrações.
Passo 2: Encontre a Tônica (Ouça atentamente o Final)
- A última nota ou acorde de uma música geralmente é a tônica (a nota principal da tonalidade). Toque a música e preste atenção especial no fim.
- No seu instrumento, tente encontrar essa nota.
- Teste: essa nota parece ser o "repouso", o "final" natural? Se sim, você achou a tonalidade.
Passo 3: Identifique a Progressão de Acordes Básica
- Foque em um trecho curto (introdução ou verso).
- Ouça o baixo: a nota mais grave geralmente indica o acorde.
- Teste 3 acordes principais da tonalidade encontrada (I, IV, V).
- Exemplo em Dó Maior: tente C (I), F (IV) e G (V).
Passo 4: Decifre o Ritmo e a Cifra
- Bata o pé para capturar a pulsação.
- Conte quantas batidas cada acorde dura (geralmente 2, 4 ou 8).
- Anote a sequência descoberta. Exemplo: C | F | C | G
Passo 5: Refine e Toque Junto
- Toque a progressão junto com a música para ver se encaixa.
- Ajuste acordes que soaram "errados" (tente o relativo menor, por exemplo).
- Grave sua versão e compare com o original.
Dicas:
Use um software para diminuir o tempo sem alterar a afinação (como o Audacity). Isso dá tempo ao seu cérebro de processar cada nota.
Lembre-se: Esta é uma habilidade que se desenvolve com a prática. Comece com músicas de 3 ou 4 acordes. Com o tempo, seu ouvido musical ficará mais afiado e o processo se tornará natural.
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Afinar o instrumento é a primeira e mais importante lição para qualquer violonista ou guitarrista. Enquanto afinadores eletrônicos e apps são ferramentas fantásticas, aprender a afinar de ouvido desenvolve sua percepção musical e sua independência. Este guia vai te ensinar o método da 5ª casa, a forma mais clássica e confiável de afinar seu violão ou guitarra usando apenas suas cordas como referência.
O Princípio Básico: A Afinação Padrão
A afinação padrão de um violão ou guitarra de 6 cordas é, da corda mais grossa (6ª) para a mais fina (1ª):
E (Mi) - A (Lá) - D (Ré) - G (Sol) - B (Si) - E (Mi)
Para este método, você precisa ter pelo menos uma corda que esteja afinada corretamente. Esta será a sua referência para todas as outras. Você pode usar um diapasão ou até mesmo um áudio de referência da internet para afinar a 5ª corda (Lá), que é a mais comum.
O Método da 5ª Casa: Passo a Passo
A regra é a seguinte: a nota da 5ª casa de uma corda deve ser idêntica à nota da corda solta logo abaixo. Exceção importante: Na corda Sol (G) - 3ª corda, usamos a 4ª casa para afinar a corda Si (B) - 2ª corda.
Siga as explicações abaixo:
1. Afinando o Lá (A) a partir do Mi (E)
Aperte a 5ª casa da corda 6 (Mi grave - E).
Esta nota deve ser igual ao som da corda 5 (Lá - A) solta.
Ajuste a tarraxa da corda 5 até que os dois sons sejam idênticos.
2. Afinando o Ré (D) a partir do Lá (A)
Aperte a 5ª casa da corda 5 (Lá - A).
Esta nota deve ser igual ao som da corda 4 (Ré - D) solta.
Ajuste a tarraxa da corda 4 até que os dois sons sejam idênticos.
3. Afinando o Sol (G) a partir do Ré (D)
Aperte a 5ª casa da corda 4 (Ré - D).
Esta nota deve ser igual ao som da corda 3 (Sol - G) solta.
Ajuste a tarraxa da corda 3 até que os dois sons sejam idênticos.
4. Afinando o Si (B) a partir do Sol (G) - A EXCEÇÃO
Aperte a 4ª casa (e não a 5ª!) da corda 3 (Sol - G).
Esta nota deve ser igual ao som da corda 2 (Si - B) solta.
Ajuste a tarraxa da corda 2 até que os dois sons sejam idênticos.
5. Afinando o Mi agudo (E) a partir do Si (B)
Aperte a 5ª casa da corda 2 (Si - B).
Esta nota deve ser igual ao som da corda 1 (Mi agudo - E) solta. Ajuste a tarraxa da corda 1 até que os dois sons sejam idênticos.
Dicas Para um Resultado Perfeito
Depois de afinar todas as cordas, toque um acorde básico (como um G ou C). Se soar harmonioso, você conseguiu. Se ainda soar estranho, repita todo o processo uma segunda vez. Às vezes, afinar uma corda mexe levemente na tensão do braço e altera as outras.
Problema Comum: "Fiz tudo certo, mas o acorde soa errado!"
Isso pode acontecer se sua corda de referência inicial não estava perfeitamente afinada. O método é uma corrente: se o primeiro elo está fraco, todos os outros serão afetados. Por isso é tão importante garantir que a corda de referência (normalmente o Lá) esteja precisa.
O segredo para um acorde soar claro e afinado está na forma como você prende as cordas! Muitos iniciantes costumam ter os mesmos problemas: cordas abafadas ou aquela sensação de que o acorde nunca soa "limpo". A boa notícia é que com algumas técnicas simples, é possível fazer acordes perfeitos:
1 - Posicionamento dos Dedos:
Use as pontas dos dedos para prender as cordas
Pressione logo atrás do traste (não em cima dele)
Evite que os dedos toquem nas cordas vizinhas
2 - Pressão Correta: Nem Mais, Nem Menos
Aperte o suficiente para que a corda encoste no traste
Pressão excessiva causa cansaço e desafina
Pressão insuficiente gera zumbido ou som abafado
Dica: A sua mão que "pressiona as cordas" deve estar relaxada! Tensão nos dedos é o maior inimigo do som limpo.
Lembre-se: Qualidade é mais importante que velocidade! Melhor tocar um acorde perfeito devagar do que vários acordes mal executados rapidamente.
Pare de ficar pulando de aula em aula sem direção! A chave para evoluir RAPIDAMENTE no violão e guitarra é mais simples do que você imagina:
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Em vez de estudar "qualquer coisa", separe seus estudos em 3 pilares essenciais:
TÉCNICA (20%)
- Exercícios para fortalecer os dedos
- Desenvolvimento de velocidade e precisão
TEORIA MUSICAL (30%)
- Entender acordes e escalas
- Compreender a "gramática" da música
REPERTÓRIO & PRÁTICA (50%)
- Aprender músicas que você AMA
- Colocar em prática tudo que estudou
O segredo? Não pule nenhum desses pilares! Quem só fica no exercício cansativo desanima. Quem só toca música sem técnica trava. E quem ignora a teoria fica limitado para sempre. Uma única mudança na sua rotina de estudos pode fazer você evoluir rapidamente. Veja no vídeo a dica para estudar violão e guitarra de modo eficiente.
A motivação para treinar violão e guitarra precisa ser alimentada constantemente.Todo mundo, sem exceção, passa por fases em que parece não estar evoluindo. Isso é perfeitamente normal. Manter a motivação é, portanto, a habilidade mais importante a ser desenvolvida. Aqui estão estratégias práticas e eficazes para você manter o foco e o amor pela prática musical:
Crie uma Rotina de Estudos (Mas Seja Flexível)
Ter um horário fixo para praticar ajuda a transformar o treino em um hábito. É melhor praticar 20 minutos por dia com foco total do que 2 horas distraído.
Flexibilidade: Se um dia estiver muito cansado, não abandone completamente. Pratique por 10 minutos apenas, ou pegue o instrumento e toque algo relaxante, sem cobranças.
Torne o Processo Prazeroso
Toque o que você ama: Mesmo durante os estudos técnicos, reserve um tempo para tocar suas músicas favoritas. Procure variar o conteúdo estudado, um dia foque em técnica, outro em teoria, outro em repertório, outro em improvisação.
Invista em seu equipamento: Não precisa ser caro. Uma palheta nova, uma corda que soa melhor ou até mesmo afinar o instrumento regularmente podem tornar a experiência muito mais agradável.
Tenha um "Dia de Folga" Musical
Às vezes, a melhor maneira de renovar a motivação é dar um tempo. Se você está se sentindo esgotado, permita-se não tocar por um ou dois dias. Muitas vezes, você voltará com mais energia e vontade. Ouça seus artistas favoritos, assista a shows, veja documentários sobre música. Deixe-se inspirar pela arte que te moveu a querer tocar.
Se você já tentou tocar um solo ou uma escala em alta velocidade, mas travou, saiba que isso é mais comum do que você imagina. A velocidade no instrumento não depende apenas de "treinar muito", mas sim de técnica, economia de movimento e eficiência. Veja abaixo alguns erros e como corrigi-los.
1- Você Está Apertando Demais as Cordas
Problema: Muitos músicos pressionam as cordas com força excessiva, gerando fadiga e lentidão.
Solução: Treine com menos pressão – sua mão deve estar relaxada.
2 - Seus Dedos Não Estão Sincronizados
Problema: A mão direita e a esquerda não estão alinhadas, criando atrasos.
Solução: Pratique exercícios de sincronia (ex: escalas básicas e exercícios cromáticos).
3 - Você Pula Etapas do Treino Lento
Problema: Tentar tocar rápido sem dominar o movimento devagar gera vícios e falta de precisão.
Solução: Use um metrônomo e aumente a velocidade apenas 5 BPM por vez.
4 - Falta de Exercícios Específicos
Problema: Repetir músicas sem focar em técnicas de velocidade não resolve o problema.
- Toque o exercício em uma velocidade tão lenta que seja impossível errar.
- Use um metrônomo e só aumente o BPM quando o som estiver 100% limpo.
2. Treine Fragmentos Pequenos
- Em vez de tentar solos longos, domine pequenas sequências (ex: 4-6 notas) antes de juntá-las.
3. Grave Seus Treinos
- Ouvir os treinos gravados ajuda a identificar falhas de ritmo, a sincronia e a limpeza das notas.
Tocar rápido não é sobre "força" ou "nascer com dom", mas sim sobre técnica, paciência e treino inteligente. Se você seguir esses passos, logo irá notar a diferença. Para aprender mais, clique no botão abaixo:
Aprender violão não exige horas e horas de prática. Se você tem apenas 10 minutos por dia, pode evoluir significativamente com um treino focado e inteligente. Aqui está um roteiro eficiente para melhorar sua técnica, ritmo e musicalidade:
1. Afinação (1 minuto)
Antes de tudo, afine seu violão (use um afinador físico ou app). Um instrumento desafinado atrapalha seu ouvido musical.
2. Exercícios de Aquecimento (2 minutos)
Dedilhado básico (toque as cordas soltas, alternando os dedos).
Alongamento dos dedos (faça pequenos exercícios para ganhar mobilidade).
3. Troca de Acordes (2 minutos)
Escolha dois acordes (ex: C → G) e treine a troca lentamente, buscando precisão.
4. Ritmo e Batidas (2 minutos)
Pratique um padrão de batida simples (ex: "para cima e para baixo") junto com um metrônomo (ou app).
5. Música ou Exercício Musical (3 minutos)
Toque uma música curta que você já conhece (mesmo que simples).
Ou pratique um exercício melódico (como uma escala básica).
Benefícios Desse Método
Melhora a coordenação motora (dedos mais ágeis).
Desenvolve o ouvido musical (ritmo e afinação).
Evita a frustração (progresso constante em pouco tempo).
Com apenas 10 minutos por dia, você notará diferença em poucas semanas. O segredo é não pular dias e manter o foco.
Se você quer tocar aqueles solos alucinantes ou simplesmente trocar de acorde sem travar, a agilidade nos dedos é essencial. Com as técnicas certas e treino inteligente, qualquer um pode desenvolver velocidade no violão.
Por Que Seus Dedos Travam?
- Falta de independência dos dedos
- Tensão excessiva na mão
- Movimentos desnecessários
- Falta de sincronia entre mão direita e esquerda
Exercícios para Dedos Turbo
1. Escalas Cromáticas
- Toque de 1ª à 4ª casa em todas as cordas (1-2-3-4 dedos) e volte.
- Comece devagar e aumente a velocidade com o metrônomo.
2. Troca Rápida de Acordes
- Escolha dois acordes difíceis e repita a troca sem parar.
Dicas Importantes
Use metrônomo – Comece em 60 BPM e suba gradualmente.
Relaxe! – Tensão = lentidão. Mantenha os ombros e mãos soltos.
Paciência – Velocidade vem com consistência, não força.
Os acordes com sétima são formados adicionando uma 4ª nota ao acorde básico (tríade). Essa nota é a 7ª da escala e pode ser de dois tipos principais: maior (7M) ou menor (7).
1. Acorde com 7ª maior (7M ou maj7)
Fórmula: 1ª + 3ª maior + 5ª justa + 7ª maior
Exemplo (Dó maior com 7ª - Cmaj7):
Dó (C) → 1ª
Mi (E) → 3ª maior
Sol (G) → 5ª justa
Si (B) → 7ª maior (1 tom abaixo da tônica)
2. Acorde com 7ª menor (7 ou dom7)
Fórmula: 1ª + 3ª maior + 5ª justa + 7ª menor
Exemplo (Dó com 7ª - C7):
Dó (C) → 1ª
Mi (E) → 3ª maior
Sol (G) → 5ª justa
Sib (B♭) → 7ª menor (meio tom abaixo da 7ª maior)
3. Acorde menor com 7ª (m7)
Fórmula: 1ª + 3ª menor + 5ª justa + 7ª menor
Exemplo (Dó menor com 7ª - Cm7):
Dó (C) → 1ª
Mib (E♭) → 3ª menor
Sol (G) → 5ª justa
Sib (B♭) → 7ª menor
4. Acorde meio-diminuto (m7♭5)
Fórmula: 1ª + 3ª menor + 5ª diminuta (♭5) + 7ª menor
Exemplo (Dó meio-diminuto - Cm7♭5):
Dó (C) → 1ª
Mib (E♭) → 3ª menor
Sol♭ (G♭) → 5ª diminuta
Sib (B♭) → 7ª menor
Resumo dos Tipos de Acordes com 7ª:
Maior com 7ª maior
C - E - G – B = Cmaj7
Dominante (7ª menor)
C - E - G - B♭ =C7
Menor com 7ª
C - E♭ - G - B♭=Cm7
Meio-diminuto
C - E♭ - G♭ - B♭ = Cm7♭5
Esses acordes são muito usados no jazz, blues, MPB e música pop para dar um som mais rico e tensão harmônica.